Drogas, bebidas, sangue, cortes, suicídio, morte,tudo desperta minha atenção, esses dias peço que perdoem pelos meus atos mais eu andei por ai, experimentando de tudo, acordava e pegava uma navalha e já me cortava, eu estava perdida, eu ainda estou, saio por ai sem me reconhecer, cade aquela doce pessoa que existia em mim? Ela desapareceu ou ainda existe? Eu mudei muito, mudei sim, não sei se foi pra pior ou melhor, a inocente dentro de mim se foi como uma folha jogava ao vento, ela se foi voando por ai na esperança de que alguém a recuperasse, e agora? Agora que já estou perdia ainda há chance de alguém recuperar a bondade e inocência dentro de mim? Acho que não, eu não sei, não sei de mais nada, alguém um dia vai me salvar? (…) Sento na cama e as lágrimas escorrem em meu rosto, me sinto tão vazia, quando tudo começou? Só sinto uma tremenda vontade de pegar uma faca e acabar com tudo, estaria eu me libertando ou me condenando ao tão chamado inferno. Estariaminha alma condenada a pagar pelo meu ato ingenuo de acabar com minha própria vida? Mil pensamentos dominam minha mente(…) Beber remédios, pular de algum lugar, um edifício talvez, enforcar-me, veneno, um tiro ou uma facada? Seriam essas as maneiras de destruir minha própria vida? Não! Eu não quero morrer, só quero ser livre, livre das dores, desse vazio que domina minha alma, quero ser doce novamente, não quero viver de um sorriso falso como estou vivendo(…) Novamente pego uma navalha e me vou me mutilando com cortes, cortes que talvez pareçam pequenos e insignificantes, mas que neles tem muita dor, dores que eu sinto, dores que guardo pra mim mesma e não posso dividi-las… (Distan-te)
"Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz."
Eu queria poder escrever sobre felicidade, mas ela anda ocupada de mais pra aparecer por aqui. Eu queria escrever sobre esperança, mais quando se esta muito perdido na escuridão a ponto de não ter mais pra onde ir onde você irá achar esperança onde ? Eu queria escrever sobre as crianças, pois elas sempre tem um sorriso inocente no rosto não importa o que aconteça. Eu queria escrever sobre a verdade, mais nem sempre ela aparece para os que mais a procuram. Eu queria escrever sobre generosidade, mais sou egoísta de mais para isso. Eu queria escrever sobre liberdade, mais nem a mim mesmo consigo libertar. Na verdade acho que eu queria escrever sobre nós, sobre os momentos felizes, as palavras jogadas fora e o tempo que pode parecer perdido agora mais que na verdade nunca foi. Não, não, eu acho que o quero é escrever sobre você, fala da pessoa que nesse momento é a qual não posso sequer pensar em lembra, e na verdade nem escrever sobre você é o que quero, eu quero você aqui, de volta, com todas as lembranças e os momentos que me custam tentar não lembrar pra não perceber o quão é grade a falta de você, então acho que vou escrever sobre o amor, esse sentimento que pode ser tudo ou simplesmente nada e que agora dentro de mim é a única coisas que restou de um nós do passado.
PS: Te Amo.
terça-feira, 10 de abril de 2012
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