"Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz."
Eu queria poder escrever sobre felicidade, mas ela anda ocupada de mais pra aparecer por aqui. Eu queria escrever sobre esperança, mais quando se esta muito perdido na escuridão a ponto de não ter mais pra onde ir onde você irá achar esperança onde ? Eu queria escrever sobre as crianças, pois elas sempre tem um sorriso inocente no rosto não importa o que aconteça. Eu queria escrever sobre a verdade, mais nem sempre ela aparece para os que mais a procuram. Eu queria escrever sobre generosidade, mais sou egoísta de mais para isso. Eu queria escrever sobre liberdade, mais nem a mim mesmo consigo libertar. Na verdade acho que eu queria escrever sobre nós, sobre os momentos felizes, as palavras jogadas fora e o tempo que pode parecer perdido agora mais que na verdade nunca foi. Não, não, eu acho que o quero é escrever sobre você, fala da pessoa que nesse momento é a qual não posso sequer pensar em lembra, e na verdade nem escrever sobre você é o que quero, eu quero você aqui, de volta, com todas as lembranças e os momentos que me custam tentar não lembrar pra não perceber o quão é grade a falta de você, então acho que vou escrever sobre o amor, esse sentimento que pode ser tudo ou simplesmente nada e que agora dentro de mim é a única coisas que restou de um nós do passado.

PS: Te Amo.

sexta-feira, 6 de abril de 2012







“De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama”

                                                                      − Vinicius de Moraes.

[…] Estava sentada em um degrau qualquer, sozinha, quando vi duas crianças pequenas tentando se equilibrar no meio fio, como se esse fosse o maior obstáculo de suas jovens vidas. Sorri e me lembrei do tempo em que eu era assim, onde a maior montanha era um degrau mais alto, ao qual eu pulava sem medo de cair ou me machucar.

Como eu queria que esse tempo voltasse! Tudo era tão mais fácil, tão mais… inocente. Nos dias de hoje, o empecilho não são degraus, são verdadeiras montanhas, as quais você precisa escalar ou contornar. E as lágrimas? Essas são verdadeiros dilúvios, torrentes de sentimentos. Os sorrisos? Tornam-se cada vez mais raros e mais falsos.

Tudo muda tão rápido, muitos se vão, poucos ficam. Um minuto de calma, pode virar um minuto de desespero e em um minuto, o que existia não existe mais.

Sorrio para as crianças, dois meninos de aproximados cinco anos, que continuam a brincar, provavelmente se imaginando jovens e independentes. Mas espero que eles continuem sempre assim, totalmente sorridentes, sem nada com o que se preocuparem.

Realmente, espero que pelo menos essas crianças sejam completamente felizes. Como eu já fui um dia. (lagrimas-de-anjos)

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