E como devo te contar tudo o que sinto? Que palavras devo usar? Devo ser direta ou explicar tintin por tintin? Tenho que ser romântica, mas longe de ser clichê. Será que vai me corresponder? Sera que não? Esse é um risco que tenho que correr. É inevitável. Inevitável é não apaixonar-se por ti, com esse seu sorriso, com esses seus olhos, com essa sua boca, com essa sua risada, com esse seu jeito. Mas eu prefiro me arriscar do que ficar com essa duvida que não me deixa dormir a algumas noites. Imagina que louco seria se você dissesse que sente o mesmo, que também me quer como eu te quero, que também deseja meus carinhos como eu desejo os seus, que também sonha com “nós” como eu vivo sonhando. Mas se não … não consigo me ver sem ti.
"Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz."
Eu queria poder escrever sobre felicidade, mas ela anda ocupada de mais pra aparecer por aqui. Eu queria escrever sobre esperança, mais quando se esta muito perdido na escuridão a ponto de não ter mais pra onde ir onde você irá achar esperança onde ? Eu queria escrever sobre as crianças, pois elas sempre tem um sorriso inocente no rosto não importa o que aconteça. Eu queria escrever sobre a verdade, mais nem sempre ela aparece para os que mais a procuram. Eu queria escrever sobre generosidade, mais sou egoísta de mais para isso. Eu queria escrever sobre liberdade, mais nem a mim mesmo consigo libertar. Na verdade acho que eu queria escrever sobre nós, sobre os momentos felizes, as palavras jogadas fora e o tempo que pode parecer perdido agora mais que na verdade nunca foi. Não, não, eu acho que o quero é escrever sobre você, fala da pessoa que nesse momento é a qual não posso sequer pensar em lembra, e na verdade nem escrever sobre você é o que quero, eu quero você aqui, de volta, com todas as lembranças e os momentos que me custam tentar não lembrar pra não perceber o quão é grade a falta de você, então acho que vou escrever sobre o amor, esse sentimento que pode ser tudo ou simplesmente nada e que agora dentro de mim é a única coisas que restou de um nós do passado.
PS: Te Amo.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
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