"Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz."
Eu queria poder escrever sobre felicidade, mas ela anda ocupada de mais pra aparecer por aqui. Eu queria escrever sobre esperança, mais quando se esta muito perdido na escuridão a ponto de não ter mais pra onde ir onde você irá achar esperança onde ? Eu queria escrever sobre as crianças, pois elas sempre tem um sorriso inocente no rosto não importa o que aconteça. Eu queria escrever sobre a verdade, mais nem sempre ela aparece para os que mais a procuram. Eu queria escrever sobre generosidade, mais sou egoísta de mais para isso. Eu queria escrever sobre liberdade, mais nem a mim mesmo consigo libertar. Na verdade acho que eu queria escrever sobre nós, sobre os momentos felizes, as palavras jogadas fora e o tempo que pode parecer perdido agora mais que na verdade nunca foi. Não, não, eu acho que o quero é escrever sobre você, fala da pessoa que nesse momento é a qual não posso sequer pensar em lembra, e na verdade nem escrever sobre você é o que quero, eu quero você aqui, de volta, com todas as lembranças e os momentos que me custam tentar não lembrar pra não perceber o quão é grade a falta de você, então acho que vou escrever sobre o amor, esse sentimento que pode ser tudo ou simplesmente nada e que agora dentro de mim é a única coisas que restou de um nós do passado.
PS: Te Amo.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
“Caminhei muito tempo sem rumo, sem escolhas, sem algo determinado para mim. Hoje me vejo entre dois caminhos estreitos, escuros,porém um há uma luz no final e já no outro não há nada além de um abismo. Estou em dúvida no qual escolher, pois também há uma peça chave em ambos os caminhos que me fazem ficar confusa. No que há a luz, não há ninguém, simplesmente a solidão clara. Já no outro, onde há o abismo, esta você, que promete me segurar se eu me desequilibrar na beirada. A questão é que eu já acreditei demais em palavras que nunca passaram de apenas promessas nunca cumpridas. Tu prometeste varias outras coisas para mim, mas nunca foste capaz de agir, de cumpri-las. Por isso não sei qual caminho tomar, se sigo a razão ou o coração. Sempre dei ouvidos a tal da razão e nunca me sai bem no final da história. Mas coração tem fama de idiota, de errar em todas as escolhas, por isso o receio de segui-lo. Já quis voltar, mas o caminho todo que percorri se fechou, já não é possível de voltar atrás. Terei que fazer a escolha, não a certa, pois na verdade eu não sei qual a escolha realmente certa. Acho que vou apostar mais uma vez em você. Sabendo que poderá me levar ao abismo a qualquer hora que quiseres, mas antes despencar ao teu lado, do que viver sozinha um caminho sem fim.” Andriele, fu-gitiva
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